Állex Leilla durante o minicurso Infinamente pessoal: eu, você, eles e nós
Qual a relação entre a escritora baiana Anna Ribeiro (1843/1930) - senhora de engenho de uma das mais tradicionais famílias da elite agrária do Recôncavo Baiano e romancista numa época em que a literatura era dominada por homens - e a francesa Sophie Calle?
Saiba amanhã (21), às 18h30, com o professor de história da Bahia Alberto Heráclito no seminário Que nenhum interesse terá para estranhos: Escritura feminina e memória.
Para ele, a exposição pública da nódoa moral masculina é uma das formas mais incômodas de invasão de intimidade, por esse motivo, esses tipos de escritos femininos eram considerados como subliteraturas. “Considerar a obra de Sophie oportunista me parece uma atualização desse preconceito de gênero”.
Tem mais: nesta quinta (22) e sexta (23), a escritora Állex Leilla ministrará a oficina literária O tempo do amor de hoje. Uma coreografia em pedaços. A partir das 14 hs, no Espaço Educativo Sophie Calle e na próxima terça-feira, o MAM lançará seu novo projeto de cinema, o CINEMAM.